Jogo de Poder – 2010

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Por que assistir a Jogo de Poder?

 

Título Original: Fair Game

Se você estava numa missão super secreta por ai, saiba que: o filme fala do drama vivido por Valerie Plame, uma agente da Cia que tem sua identidade exposta pela agência após seu marido publicar um artigo criticando a administração do então presidente Bush.

Tá e o filme? A principal falha do filme é não se decidir entre ser um thriller ou um grande discurso político. Ele luta nessa área cinza entre a biografia e a ficção sem conseguir atrair a nenhum dos públicos, creio eu. Quem já conhecia a história e teve a oportunidade de ler os dois livros escritos pela agente e seu marido, dificilmente vai encontrar qualquer novidade aqui, uma vez que o cineasta tenta se manter neutro nas discussões que a história apresenta, chegando a deixar algumas questões com a interferência da mídia, de lado. E quem espera apenas um thriller baseado em fatos reais também se decepciona, pois apesar das grandes atuações, o filme parece não ter ritmo de cinema, mas de livro.

 

Vale a pipoca? Se você está interessado em conhecer a história, mas não tem tempo de ler os livros, compre um energético e vá em frente. Se você já conhece ou não está interessado procure por thrillers mais atraentes.

O que eu aprendi com Jogo de Poder?

– Nepotismo só não dá problema no Brasil.

– É melhor usar o que você sabe para mudar as regras do jogo do que expor e entrar no jogo sem estratégia alguma.

– O nacionalismo americano é assustador.

– Democracia de verdade só é feita pelo povo. Qualquer cara eleito vai é usar ela.

– A mídia, por pior que seja, tem uma vantagem, se você estiver envolvido num escândalo e alguém encostar num fio de cabelo seu, todo mundo vai saber o verdadeiro culpado, ainda que ninguém possa apontá-lo.

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