Quero Matar Meu Chefe – 2011

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Pôster: Quero matar meu Chefe
Esqueça os chefes, quem merece morrer são os três personagens principais.

Quero matar meu chefe é um bom manual de como destruir uma premissa que podia funcionar: foque-se nos personagens ruins, mande os seus atores gritarem todas as falas esperando soe engraçado e esqueça qualquer tipo de verossimilhança.

 

Por que assistir a Quero matar meu chefe? Porque, vamos ser sinceros, você já pensou no assunto.

Título Original: Horrible Bosses

Se você é um daqueles chefes que faz o escritório ficar vazio quando entra, saiba que: Três amigos que têm a vida atazanada por chefes infernais planejam matar os chefes um do outro seguindo as dicas de um criminoso.

Tá, e o filme? A premissa é cativante, afinal, quem nunca teve um chefe que lhe atrapalhava a vida? Mas o roteiro nunca leva a a lugar algum. De fato, o que salva o filme são os vilões. Kevin Spacey está ótimo como chefe psicótico e é a melhor coisa do filme e Jennifer Anniston foge do papel de Rachel para interpretar a chefe ninfomaníaca. Uma pena que não dêem mais espaço aos chefes, deixando o trio de amigos, personagens extremamente desinteressantes na tela a maior parte do tempo.

Nick é o cara que quer subir na vida e faz tudo para ganhar uma promoção que nunca vem. Dale o personagem mais sem noção é o que não gosta do fato de Jennifer Aniston estar dando em cima dele (quem acredita?), porque ele sempre quis ser um marido e ama a esposa. Kurt é um gay enrustido que pega muita mulher e adorava o chefe até ele morrer e seu filho assumir empresa.

Nenhuma comédia poderia funcionar em cima desse trio que combina chatice com total esquecimento da verossimilhança. Será que em algum canto de Hollywood alguém ainda se lembra como se faz uma boa comédia?

Vale a pipoca? Não. Nada e bem aproveitado nesse filme. Tem algumas poucas gag que vão te fazer dar um sorrisinho de canto e só. Passem longe.

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